Praça Manoel Ribas 144 - CEP: 86300000 - (43)3524-1000
            csjl@onda.com.br -  Cornélio Procópio - PR
     
 
 
  Home Fale Conosco
Cornélio Procópio tem o primeiro e ainda único hospital geriátrico do Paraná
 
 HOSPITAL
 
   
 FALE CONOSCO
 QUEM SOMOS
 LOCALIZAÇÃO
 CONVÊNIOS ATENDIDOS
 PROGRAMA DE FIDELIDADE
 
 SERVIÇOS
 
   
 CUIDADOS PALIATIVOS
 
 CUIDADOS PROLONGADOS
 DOENÇA DE ALZHEIMER
 PSICOGERIATRIA
 
 DOENÇA DE PARKINSON
 
 REUMATOLOGIA GERIÁTRICA
 
 SÍNDROME DE IMOBILIDADE
 
 TRATAMENTO PÓS AVC
 
 UTI
 
 UTI MÓVEL
 
 PARCERIAS
 
   
 HEMODIÁLISE - NEFRONOR
 
 LABORATÓRIO - CECOR
 CEDIMAGEM
 ULTRASSONOGRAFIA
 CARDIOLOGIA - CENTROCOR
 
 FISIOTERAPIA - ELEGANCE
 
 
. .
   Notícias
. .

Casa de Saúde Dr.João Lima
Especializada em Doença de Alzheimer

No mundo inteiro, à medida que os anos vão passando, observa-se um aumento na expectativa de vida da população, aumentando-se com isso o número de pessoas idosas na sociedade.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a estimativa de vida da população mundial, que em 2000 era de 66 anos, passará a ser de 73 anos em 2025. No Brasil, passará de 67 para 74 anos nessa mesma época (Gwyther, 1985; Zimerman, 2000). E com esse aumento no numero de idosos, aumenta também o numero de casos de doenças relacionadas com a terceira idade, como por exemplo a demência. Segundo De Vries  (2004), aproximadamente 15% das pessoas com mais de 65 anos tem algum tipo de demência; e dentre todas as causas de demência, o mais comum é doença de Alzheimer (Zimerman, 2000).

A Doença de Alzheimer afeta 22% das pessoas com mais de 80 anos e quase a metade dos idosos internados em casas de repouso (Zimerman, 2000). Ela é uma doença neurodegenerativa, causada pela morte de neurônios inicialmente na área do cérebro ligada à memória, raciocínio e capacidade de julgamento. Sintomas precoces da doença incluem perda de memória, dificuldade no pensamento abstrato e desorientação no tempo e espaço. À medida que progride, ocorrem também alterações de comportamento.

A evolução dos quadros de Alzheimer podem durar de 2 a 10 anos, e geralmente passam por 3 fases: fase inicial, moderada e avançada e pode resultar na morte do doente (Gwyther, 1985).

Na fase inicial, a pessoa começa a apresentar falta de concentração, perda de iniciativa e motivação, não consegue tomar decisões e evita responsabilidades. Porém, o sintoma que realmente caracteriza a doença é o esquecer de coisas que acabou de fazer ou dizer, apresentando dificuldades para encontrar palavras ou lembrar o dia da semana, embora a memória remota possa estar perfeitamente bem.

Na fase moderada, à medida que a doença progride, os sintomas tornam-se mais óbvios e incapacitantes. Os déficits de memória ficam evidentes, piorando em relação a lembrar acontecimentos recentes e nomes, ficando o paciente confuso quanto à orientação temporal e espacial, tornando-se repetitivo nas coisas que fala e não conseguindo mais compreender o que lhe é dito.

Essa fase já interfere de forma significativa com as atividades da vida diária do paciente, apresentando maior dificuldade em executar tarefas domésticas e negligenciando também a higiene pessoal.

Na fase final da doença, a pessoa fica totalmente incapacitada, com problemas gravíssimos de memória, passando a não reconhecer rostos e objetos familiares, a não conseguir expressar-se adequadamente nem se alimentar sozinho. Tem dificuldade de entender o que acontece a sua volta e de orientar-se dentro da sua própria casa. A dificuldade para caminhar pode obrigá-lo a ficar acamado ou restrito à cadeira de rodas.

Visto que a doença é extremamente incapacitante e acarreta sérias complicações para o doente e sua família, muito se tem estudado a respeito de sua prevenção e tratamento.

O tratamento convencional da doença é o farmacológico, no qual drogas denominadas anticolinesterásicas (como a galantamina e a rivastigmina)  tem mostrado resultado satisfatório no que diz respeito ao retardamento da progressão da doença (Brucki, s/d).

No entanto, pesquisas recentes tem mostrado que o tratamento multiprofissional  tem oferecido assistência mais completa ao paciente e familiar no sentido de minimizar os conflitos decorrentes da doença em todos os seus aspectos, melhorando a qualidade de vida de ambos (Brucki, s/d; Zimerman, 2000). Segundo esta mesma autora, a maneira mais eficaz de manter a qualidade de vida do idoso, sua inserção na família e sociedade é a estimulação, ou seja, excitar, incitar, animar e encorajar o idoso a realizar atividades e manter-se ativo.
E ainda, mostraram também que o cérebro tem a capacidade de se reparar após perda celular devida à lesões ou doenças neurodegenerativas, quando recebe estimulação adequada (Graeff, 1999).

Com base nesses fatos acredita-se  que, se estimulado adequadamente, o idoso  demenciado poderia recuperar algumas habilidades perdidas coma doença de Alzheimer e, evitar o desenvolvimento precoce de certas inabilidades, mantendo sua funcionalidade e capacidade produtiva por mais tempo

 

 

 

Desenvolvido por/ Michel Camargo WebSites (43)3524-6066 / agitonoticias@yahoo.com.br - ® CasaDeSaudejoaoLima.com.br